27 de abril de 2021

 

Roupa, viagens e livros são o que os portugueses mais procuram no regresso ao consumo

 

 

• Os maiores gastos estarão associados ao investimento nas suas férias, à compra de computadores e à compra de grandes eletrodomésticos
• O recente confinamento impulsionou o comércio digital, mas os portugueses continuam a preferir as lojas físicas

 

O Observador Cetelem identificou que, durante o período de confinamento, 27% dos portugueses adiaram as suas compras. No entanto, agora em fase de desconfinamento, mais de metade destes admitiram que vão retomar as suas compras. Num contexto de regresso às lojas físicas e em que 62% dos portugueses revelaram vontade de voltar a frequentar centros comerciais, importa identificar quais os produtos mais procurados.

Devido às restrições, 68% dos consumidores concordam que as suas prioridades de consumo se alteraram, existindo necessidades que deixaram de ser tão importantes satisfazer durante o período de confinamento. Metade afirma que neste período diminuiu a importância do consumo de produtos não alimentares (49%), como roupa (42%) e viagens (28%) – colocando a alimentação (86%) e as despesas da casa (41%) entre as categorias que se mantiveram essenciais. 
 
Provavelmente por terem adiado estas aquisições, na reabertura de atividades, estas são agora as categorias mais procuradas, com 26% a afirmarem que tencionam adquirir roupa e calçado. Na segunda e terceira posição encontramos os gastos com viagens/férias (8%) e os livros (7%).  

Ao longo dos próximos seis meses, os portugueses preveem que os maiores gastos estarão associados ao investimento nas suas férias (uma média de 983€), à compra de computadores (753€) e à compra de grandes eletrodomésticos (618€). Seguem-se os gastos com materiais de imagem e som (559€) e os smartphones (468€).

O segundo confinamento que o País atravessou aumentou o impacto das compras online na vida dos portugueses: 11% experimentaram comprar online pela primeira vez (6% no primeiro confinamento) e 29% aumentaram as compras por esta via (26% anteriormente). Em junho de 2020, 46% não compravam online, agora esse número baixou para 41%. Ainda assim, na retoma das suas compras, os portugueses revelam que vão continuar a dar prioridade às lojas físicas (55%), 44% utilizarão ambas as soluções e somente 6% dará prioridade às lojas online.

 

Metodologia

O inquérito quantitativo do Observador Cetelem foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen. Este teve por base uma amostra representativa de 1000 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os sexos, com idades compreendidas entre os 18 e os 74 anos de idade. A amostra total é representativa da população e está estratificada por distrito, sexo, idade e níveis socioeconómicos e conta com um erro máximo associado de +/- 3.1 pontos percentuais para um intervalo de confiança de 95%. As entrevistas foram realizadas telefonicamente (CATI), com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado entre 27 de março e 6 de abril de 2021.


Sobre o Cetelem

Cetelem é a marca do Banco BNP Paribas Personal Finance, presente em Portugal desde 1993. Líderes europeus, estamos presentes em mais de 30 países de 4 continentes, empregando mais de 28 mil pessoas. Em Portugal contamos com mais de 700 colaboradores e servimos anualmente mais de 1,35 milhões de clientes e estamos presentes em mais de 3600 estabelecimentos de parceiros de negócio. Cartões de crédito, crédito pessoal, soluções automóvel e seguros são os principais produtos comercializados pelo Cetelem e estão disponíveis aos consumidores em cetelem.pt, por telefone e nos estabelecimentos comerciais dos principais parceiros em Portugal, além de serem disponibilizados nas nossas lojas no Porto e em Lisboa.

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